Sobre Nós

Conectar Mundos através das Artes Cênicas
O Arquivo da Memória Intercultural das Artes da Cena (AMIA) nasceu da visão de criar um espaço sem fronteiras para a pesquisa cênica. Nossa missão é construir um repositório digital que não apenas preserva a memória do teatro brasileiro, mas também a conecta com expressões artísticas globais. De investigações sobre o teatro russo de Meyerhold e o Butô japonês a estudos sobre o Kathakali indiano, nosso acervo é um ponto de encontro para diferentes culturas. Acreditamos que, ao abrigar e fomentar o diálogo entre pesquisas de contextos tão diversos, potencializamos a compreensão sobre a própria arte e seu poder universal.
Uma Rede Global de Pesquisadores
O coração do AMIA pulsa no Departamento de Artes Cênicas (DEART) da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), mas seus horizontes são globais. O projeto é movido por uma rede colaborativa que inclui docentes, pesquisadores de pós-graduação e alunos de graduação. É essa equipe que realiza o trabalho minucioso de conservação, catalogação e digitalização dos mais variados documentos. O acervo é nutrido tanto por pesquisas desenvolvidas internamente na UFOP quanto por valiosas contribuições de outros pesquisadores, que encontram no AMIA um lar para seus arquivos sobre as mais diversas práticas cênicas, sejam elas brasileiras ou não.


Conhecimento Aberto, Impacto Global
Cada documento em nosso acervo é uma porta de entrada para um universo de conhecimento. Ao disponibilizar essas pesquisas de forma aberta e digital, criamos um recurso de valor inestimável para estudantes, artistas e acadêmicos no Brasil e no mundo. Este ecossistema de pesquisa e intercâmbio cultural só é possível graças ao fomento essencial da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e ao apoio estratégico da Fundação Gorceix. Convidamos você a navegar por nossa biblioteca digital e a explorar as conexões surpreendentes que a arte cênica nos proporciona.
Pesquisadores
Galeria
Kathakali
O Kathakali é uma forma clássica de teatro-dança do sul da Índia, reconhecida por suas maquiagens elaboradas, figurinos vibrantes e uma linguagem gestual altamente codificada (mudras). Narra épicos e mitologias hindus, destacando a riqueza das tradições teatrais orientais. Sua presença na galeria do AMIA sublinha o compromisso com a diversidade das artes da cena global, permitindo apreciar a complexidade visual e a expressividade dos personagens, e a profundidade de uma tradição milenar.
Teatro Russo
O trabalho de Vsevolod Meyerhold no teatro russo do início do século XX representa uma ruptura com o naturalismo, buscando novas formas de expressão cênica. Sua teoria da Biomecânica enfatizava o treinamento físico do ator e a precisão dos movimentos, criando um teatro dinâmico e expressivo. A inclusão de Meyerhold na galeria do AMIA demonstra a pesquisa em vanguardas teatrais e inovações cênicas, ilustrando a estética construtivista e a fisicalidade dos atores que revolucionaram a cena teatral, com repercussões globais
Butô
O Butô é uma forma de dança-teatro japonesa surgida no pós-guerra, caracterizada por movimentos lentos, corpos contorcidos e uma profunda exploração do grotesco e do belo. Reflete a busca por identidade cultural e influenciou diversas manifestações artísticas. Sua estética única e intensidade visual o tornam um elemento crucial para a compreensão das vanguardas teatrais e da expressão de questões existenciais complexas, oferecendo um vislumbre da sua originalidade e profundidade.










